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Desconcertando
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Shhhhhh! Em silêncio...

A Netflix acaba de lançar mais um filme original. E claro que não poderíamos deixar de falar sobre. O filme "The Silence" (em tradução livre "o silêncio") chegou na plataforma nessa semana, e é de duração média considerando os demais filmes originais da plataforma, ele traz um formato muito parecido com o de Bird Box (Pássaros na caixa) outro filme da plataforma. No entanto, dessa vez criaturas que caçam guiadas pela som são libertadas, e consequentemente instauram o caos. Uma família tenta chegar a um lugar seguro superando as dificuldades no caminho. E diferente do estilo de "don't open your eyes"(não abra os seus olhos) de Pássaros na caixa, talvez as dificuldades não sejam tantas se comparadas, mas todos lutam pela sobrevivência.

O filme tem uma atmosfera tensa, porém não pesa tanto no suspense e no terror ( que quase não existe) então não espere tanto desse quesito, muito embora tenha lá suas cenas de embrulhar o estômago de alguns. Assim como Bird Box tem pessoas adeptas ao cenário que se formou na cidade, e a família encontra mais dificuldade em fugir desses adeptos do quê das próprias criaturas.

Em relação ao atores, se você é fã de "O Mundo Sombrio de Sabrina", com certeza não pode perder mais esse show de atuação de Kiernan Shipka, nossa adorável bruxinha, sem esquecer da presença da Miranda Otto, Tia Z, para os íntimos, e ainda Stanley Tucci que você provavelmente vai lembrar dele em "O Diabo Veste Prada". O filme chega ao final e você pensa mas já?". Sem muitos apelos cinematográficos, o filme é um meio termo pra quem gosta desses cenários apocalípticos e de sustos leves.

Aliás a Netflix vem apostando bastante nesse cenário pré e pós apocalíptico e cá entre nós eu tô gostando muito. E aí? ficou com vontade de assistir. Não fique! Cuida em ver, mas por favor faça silêncio...

Difícil ser tudo e não ser ninguém.
É fácil falar, fácil fazer. Sentir é o grande enigma.
Quem sente, quem mente, quem faz sofrer.
Aquilo que faz a vida ser bonita, aquilo que traz a escuridão pra alma.
Esses dois lados metálicos que chamam o corpo e a mente como imã.
De um lado ser gente. Algo que a sociedade não condene. De outro ser doente.
Algo que muita gente não entende. Ser. Um ser. Que nada quer além de viver.
Crescer. Será que quero viver? Em um mundo onde o julgamento, vem de dentro, de certo o mais incerto é o movimento, das mentes insanas, que trama, programa... rodeada de preconceitos, preceitos, sem jeito. É como dizem. O ser humano perdeu, ou nunca conheceu o caminho. Esquecida. Perdida. Consumida. Por tando sentimento, sem discernimento vivida.
Já encontraram antídoto ou cura pra quase tudo.
Pergunto: De que há de servir? Quando aqui, o que é preciso, faz falta. O que é de bem a sociedade maltrata. E o mal há de prosseguir?!
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